O deputado do PSD defende que a Escola Portuguesa de Macau se deve tornar numa escola de natureza internacional, capaz de servir com uma mesma eficácia alunos objectivos muito diferenciados.
Agora na oposição, o antigo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, diz que tenciona discutir com o Ministério da Educação e com o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Governo de Lisboa o futuro da Escola Portuguesa de Macau.
O deputado do PSD, que veio a Macau de propósito para as celebrações do 10 de Junho, defende que o estabelecimento de ensino se deve tornar numa escola internacional, que possa servir as diferentes comunidades que a ela recorrem: “ Há muito tempo que para mim a questão essencial da Escola Portuguesa é a questão do projecto educativo: o que é que a Escola vai ser nos próximos 20, 30, 40 ou 50 anos? É isto que nós temos de pensar. E pensar que é uma Escola que só terá futuro se se desenvolver numa lógica de escola internacional, em que vai servir vários públicos”, defendeu o deputado social democrata. “ Vai servir filhos de pessoas que são expatriadas, que vêm cá passar um período de tempo, mas cujo objectivo é voltar a Portugal ou ir para outros destinos e tem também de servir um público local, de pessoas que vão ficar aqui a viver toda a vida. É preciso encontrar um projecto que corresponda a esses objectivos”, defendeu o antigo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

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