Macau volta esta quarta-feira a receber uma partida a contar para a principal prova regional de basquetebol. Ao início da noite, o Pavilhão do Tap Seac recebe a estreia doméstica do Hou Chon na Super Liga da Ásia Oriental.
Os campeões de Macau estrearam-se na prova com uma derrota frente aos taiwanses do Taipei Fubon Braves, num encontro disputado nas Filipinas. A competir em casa, o Hou Chon procura a primeira vitória na fase de grupos. Pela frente, a formação orientada pelo norte-americano Matt Van Pelt terá um teste de fogo. O campeão japonês Nagasaki Velva chega ao território com o mesmo objectivo. Ainda assim, os jogadores do Hou Chon partem para o encontro com vontade de mostar trabalho, convictos de que um bom resultado está ao seu alcance: “Sabemos que os jogadores do Nagasaki Velca são fortes, mas vamos jogar para procurar garantir a vitória. Mesmo que não consigamos vencer o jogo, esperamos que possamos dar boa réplica e mostrar ao público de Macau um basquetebol de bom nível. Queremos mostrar que a nossa equipa tem capacidade para jogar de igual-para-igual contra as equipas estrangeiras”, disse Cheong Ka Hei, um dos jogadores da equipa, declarações à TDM.
O Hou Chon entra em campo com os olhos postos na vitória, depois de no final do mês passado se terem estrado na East Asia Super League com uma derrota por 103-89 frente aos Taipei Fubon Braves.
A fasquia, reconhecem os jogadores do Hou Chon, é elevada. Do outro lado da barricada está o campeão japonês, país onde o basquetebol tem já outro estatuto. O Nagasaki Velca é uma formação cem por centro profissional, ao contrário do colectivo do território: “Esperamos poder mostrar o nosso ritmo e o nosso estilo de jogo ao público de Macau. Em comparação com as outras equipas que disputam a Super Liga da Ásia Oriental, há uma diferença significativa. Os jogadores estrangeiros e os jogadores locais das outras formações são todos profissionais. No nosso caso, boa parte da equipa é constituída por jogadores que competem a título parcial. Ou seja, a maior parte dos jogadores do Hou Chon ganha a vida com os outros empregos. Só conseguimos treinar após a hora de trabalho. Em termos de tempo de treino, temos menos e isso é algo que nos prejudica. No entanto, em termos de entrega não ficamos atrás das equipas profissionais”, assegura Lam Teng Long, armador do Hou Chon, em declarações à mesma fonte.
O encontro, a contar para o grupo B da SuperLiga da Ásia Oriental, tem início marcado para as oito e dez da noite. A entrada é gratuita.

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