Hóquei em patins. Título por um canudo depois de empate com a Austrália

O grupo de trabalho orientado por Alberto Lisboa empatou com a Austrália a três golos e colocou em risco a revalidação do título de campeão asiático. Para vencer a prova, Macau precisa de derrotar a Índia e esperar que a Austrália perca pontos frente à Nova Zelândia.

A selecção de hóquei em patins de Macau poderá ter hipotecado esta quarta-feira a revalidação do título asiático da modalidade, ao não conseguir melhor do que um empate a três golos no desafio frente à Austrália, formação que lidera as contas da classificação geral com dois pontos de vantagem sobre o grupo de trabalho do território.

O desafio, esta manhã disputada no cidade sul-coreana de Namwon, colocou frente-a-frente as duas melhores selecções de hóquei em patins do hemisfério oriental. Apesar de ter sido bem disputado, o encontro não se furtou à polémica, depois de o árbitro da partida ter assinalado uma grande penalidade pouco evidente a favor da Austrália. O lance acabou por ser determinante para o resultado final.

Macau marcou por intermédio de Nuno Antunes, de Alberto Lisboa e do incontornável Hélder Alhada Ricardo. A exemplo do que sucedeu na terça-feira frente ao Japão, os campeões asiáticos voltaram a superiorizar-se aos adversários no expediente dos livres directos, com Arnaldo Silva a defender as três tentativas da Austrália e Hélder Ricardo a converter um dos três livres de que beneficiou Macau.

O expediente dos livres directos apenas fará diferença se Macau e a Austrália terminarem a competição em igualdade pontual. Para que tal aconteça, a selecção australiana tem necessariamente de perder pontos frente à Nova Zelândia e a formação do Lótus tem obrigatoriamente que derrotar a Índia. Os dois encontros disputam-se esta quinta-feira.

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