Actualmente, 22 milhões de pessoas vivem abaixo do limiar da pobreza no país. A fasquia é equivalente a 21 por cento da população,mas Rodrigo Duterte que reduzir a percentagem para os 14 por cento e conta com o apoio da China para alcançar um tal desígnio até 2022.
As Filipinas solicitaram ajuda financeira à República Popular da China para baixar para os 14 por cento o índice de pobreza naquele país até 2022, ano em que termina o mandato do Presidente Rodrigo Duterte, informou a Comissão Nacional Contra a Pobreza.
A ajuda deve materializar-se este ano como um memorando de entendimento a firmar durante a provável visita do Presidente chinês, Xi Jinping às Filipinas em Novembro. O chefe de Estado chinês deve participar numa cimeira de Cooperação Económica Ásia-Pacífico agendada para a Papua Nova Guiné.
Os últimos dados oficiais disponíveis dão conta que o índice de pobreza passou de 25,2 por cento em 2012 para 21,6 por cento em 2015, o que significa que cerca de 22 milhões de pessoas vivem abaixo do limiar da pobreza nas Filipinas.
Desde que chegou ao poder, o Presidente filipino apostou na aproximação à República Popular da China, conseguindo milhões de dólares em empréstimos bonificados e investimentos milionários que beneficiaram todo o programa de infra-estruturas de Rodrigo Duterte intitulado de “Construir, Construir, Construir”.

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