Macau encerrou a participação na 20ª edição dos Jogos Asiáticos com a melhor prestação de sempre na principal competição desportiva do continente. A delegação do território que disputou a prova, no Japão, conquistou uma medalha de ouro, quatro de prata e uma de bronze no certame.
Os atletas do território só por uma ocasião arrecadaram mais medalhas na principal competição desportiva do planeta. Em 2006, a delegação de Macau conquistou, em Doha, um total de sete medalhas, uma de prata e sete de bronze. A capital do Qatar vai receber a próxima edição da prova.
A edição de 2026 dos Jogos Asiáticos chegou ao fim no domingo, com a organização da Cerimónia de Encerramento em Nagoya, no Japão. Cidade-sede dos Jogos Asiáticos em 2030, Doha recebeu a bandeira do Conselho Olímpico da Ásia durante a cerimónia de passagem do testemunho, pouco antes da pira ser apagada, marcando o encerramento oficial da 20ª edição edição da principal competição desportiva do continente asiático.
A nadadora chinesa, de 13 anos, Yu Zidi, que conquistou três medalhas de outro e quebrou vários recordes, e o tailandês Puripol Boonson, rei das provas de velocidade, foram eleitos respectivamente a atleta feminina e o atleta masculino mais valioso dos Jogos.
Domínio chinês em Nagoya
O Conselho Olímpico da Ásia anunciou, já depois do encerramento da competição, que foram batidos 350 recordes nos Jogos Asiáticos de 2026. Entre eles, estão mais de meia centena de recordes mundiais, marca que constitui um novo melhor máximo na história da competição.
A China voltou a chamar a si o estatuto de principal potência desportiva do continente asiático, ao terminar a competição na liderança do quadro de medalhas, com 169 medalhas de ouro e um total de 341 presenças no pódio.
O Japão, país anfitrião, ficou em segundo lugar com 83 medalhas de ouro e 269 no total. A Coreia do Sul ficou em terceiro, conquistando 39 medalhas de ouro e um total de 150 presenças no patamar de honra da competição. Com as seis medalhas conquistadas, Macau garantiu o vigésimo quinto posto no quadro das nações e territórios mais medalhados, à frente de países como a Mongólia, o Paquistão e o Sri Lanka.

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