O festival Fringe regressa na sexta-feira ao centro histórico de Macau, com espectáculos de música, dança e ‘video-mapping’, prolongando-se até ao final do mês em vários pontos da cidade.
A 18.ª edição arranca com o espectáculo “Sigma”, produzido pelos britânicos Gandini Juggling (grupo) e Seeta Patel (coreógrafa). Através de circo e dança clássica indiana, o espectáculo “mostra geometrias virtuosas”, refere umc comunicado do Instituto Cultural (IC).
No campo musical, o Fringe regressa este ano com um espectáculo interativo, com “instalações artísticas e orquestra ao ar livre”, onde estarão patentes “desenhos de diferentes instrumentos musicais para o público tocar música”, indicou o Instituto Cultural.
Já no teatro, haverá uma leitura ao ar livre da peça “Sónia”, escrita pelo dramaturgo local Ma Wai In e encenada por Ku Ieng Un.
Entre vários outros espetáculos, o Fringe traz à cidade “The Icebook”, dos artistas britânicos Davy e Kristin McGuire. De acordo com o organismo liderado por Mok Ian Ian, trata-se do primeiro livro pop-up do mundo em ‘video-mapping’ (projeção de vídeo em objectos ou superfícies irregulares).
Durante três semanas, o Festival Fringe realiza ainda 10 actividades de extensão, incluindo workshops, palestras, crítica artística e sessões de partilha,
O Fringe Macau arranca na sexta-feira e prolonga-se até ao dia 27 deste mês, com várias manifestações artísticas em vários pontos da cidade.

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